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  • Cris Campos

Busque uma vida com sentido

Atualizado: Abr 12


Conheça mais sobre Cris Campos hipnoterapeuta
Muito prazer, eu sou a Cris Campos

Quando criança, ela pensava em ser professora.

Quando adolescente, ela pensava em ser psicóloga.

Na época do vestibular, não sabia o que escolher.

Só ouvia que tinha que ser uma das melhores no que fazia e deveria escolher uma profissão bem remunerada.

Pensando assim, optou por engenharia, afinal, gostava de matemática e os engenheiros ganham bem, pensou ela.


Quando se formou, não passava em nenhum Programa de Trainee.

Ouvia que “tinha que forçar uma barra”, ser mais incisiva, afinal, é isso que se esperava de um trainee.

Acabou sendo trainee da empresa em que estagiava.

Ficou feliz, afinal, estava no caminho do que era considerado “sucesso”.


Ficou alguns anos na 1ª empresa, empresa mãezona, das antigas, aquelas boas para se aposentar. Ela se cansava um pouco desta mesmice e já sentia uma inquietação: passar a vida toda na mesma empresa? Não, não era para ela. Queria experimentar.


Foi para outra empresa, que tantas pessoas sonhavam em trabalhar.

Não importava muito o que ia fazer e sim estar numa empresa que admirava.

Nesta empresa, passou por diversas áreas; queria mesmo era virar gerente.

Do que? Pouco importava. Afinal, se tornar gerente significaria ter o sucesso que tanto buscava.

Depois de muita batalha conseguiu.

Um dia se tornou gerente.


O vazio tomou conta. E agora? O que mais deveria querer?

Sua vida foi para o automático. Era acordar, trabalhar, chegar em casa, trabalhar mais um pouco e dormir.

Não dava tempo para pensar em filhos, afinal, tinha acabado de se tornar gerente.

Assim o tempo foi passando e resolveu finalmente ser mãe, porém o filho não vinha.

Vixi! Algo tinha saído do script...

Já tinha namorado, casado, se tornado “bem sucedida” e agora só faltava mesmo é um filho.

Finalmente o filho chegou.


Tudo começou a sair do script.

O filho exigia mais cuidados do que um dia se quer imaginou. Passou por algumas cirurgias antes do primeiro ano de vida.

Já não tinha mais cabeça para trabalhar tanto, afinal, qual era o sentido de estar num trabalho que não gostava e deixar o seu filho o dia todo na escola?

Aquilo começou a incomodar.

A cobrança era grande e começou a se atrapalhar.


A vida deu um empurrão e foi ser consultora.

Uau! Agora sim: consultora, além do nome bonito, podia prestar serviço para os clientes. Sempre gostou desta relação, de servir, contribuir.

Foi um bom período, algo lhe dizia que estava mais próxima...

Porém, consultoria exige padronização e a vontade era de expandir, de poder ser ela mesma sem ter que caber numa caixa. Sentia que aquele ali ainda não era o seu lugar.


Se movimentou em paralelo, mergulhou no autoconhecimento. Fez uma formação profunda em coaching. Conheceu partes dela que estavam adormecidas.

Já nos primeiros clientes, seu coração bateu mais forte!


Finalmente tinha encontrado um sentido, uma forma de colocar seus dons a serviço do outro que a deixava alegre e motivada.

Será que aquilo era o que chamavam de encontrar o propósito?


Planejou a sua transição de carreira nos detalhes, afinal, planejamento era o seu forte.

Só que o "dia D" nunca chegava. Prometia para si mesma que iria terminar só mais aquele projeto. Depois, decidiu que iria ter mais um filho.

O tempo foi passando e o dia em que ela finalmente iria realizar o seu “plano” não chegava nunca. Nunca era a hora certa.

A segunda filha nasceu e ela balançou de novo. E agora? Como dar conta de 2 filhos, casa, trabalho e ainda por cima, o marido foi trabalhar em outro estado, realizar também o seu sonho de carreira....


Como a gente tem o que a gente precisa e não o que a gente quer, esta foi uma fase difícil.

A sua bebê não dormia bem, adoecia muito e dava sinais de que algo não ia bem.

Ela não queria ver, mas sua filha gritava a todo instante que daquele jeito não dava mais.

Sentiu que estava esgotada, triste, sem energia. Será que era isso o tal do Burn Out?


Começou a buscar respostas. Teve acesso a informações que nunca imaginou existirem. Descobriu os Florais, a escritora Laura Gutman, Constelações Familiares, Hipnoterapia...

Tudo parecia tão "místico". Será que funciona? pensou ela. Não custa experimentar.


Sentiu o chamado e foi fazer uma formação de Hipnoterapia.

Dizia que iria fazer para ajudar os seus clientes de coaching a cumprir o que realmente se propunham. Por que alguns conseguiam e outros empacavam? Deve ter a ver com este tal de subconsciente.


A partir daí um portal se abriu.

Não só se apaixonou pela técnica, tão assertiva, eficaz e potente, como resolveu a sua própria trava de não conseguir fazer a mudança de carreira.

O que realmente a impedia de fazer a mudança, não eram as razões que a sua mente consciente contava e sim o medo de fracassar, de decepcionar, de ser julgada. Estava leal ao seu “script de vida”, tão bem instalado.


Havia chegado a hora de assumir a sua vida.

Tinha que se atirar no escuro, pular para o outro barco, abrir mão do controle.

Poucas certezas e muita intuição.

Nem tudo foram flores, mas certamente houve mais flores do que espinhos.

Foram diversos rearranjos: na rotina, na dinâmica familiar, nas relações, na forma de atuar.

As prisões mentais eram inúmeras e aos poucos foi se livrando de cada uma delas.

A liberdade começou a tomar conta: liberdade de ser, liberdade de tempo, liberdade de escolha.

Continuou a estudar. Se aprofundou nas Constelações Familiares e agora se deparou com a Abordagem Integral Sistêmica. Novo passo e a certeza de que nunca vai parar. Sempre há o que conhecer, agregar, transformar.

O que ela aprendeu com tudo isto?

Ela aprendeu o poder que todos tem de sonhar e realizar.

A sua realidade é fruto das suas escolhas, por mais difícil que isso possa parecer.


Ela aprendeu que quando a dor vier, seja lá qual for, o melhor a fazer é deixa-la atravessar. Buscar recursos, é claro, mas enfrentar.

Uma hora ela vai passar e depois da dor virá a leveza, a cura ou seja lá como prefere chamar.


Aprendeu que o desenvolvimento pessoal é um movimento que não tem fim.

O importante é estar aberto aos sinais e dar o próximo passo, mesmo sem saber muito bem onde ele vai dar.

Quando você está no caminho de sua missão, o universo conspira a favor.




Artigo escrito por Cristina Campos, hipnoterapeuta e terapeuta sistêmica.

Auxilia nos processos de transformação e auto cura, ajudando as pessoas a olharem para dentro, resgatarem sua autoconfiança e (re)criarem sua vida com sentido.


Como posso te ajudar?

Entre em contato pelo (11) 99634-3977 para saber mais detalhes.

Siga a Cris Campos no Instagram: @criscampos.hipnoterapia

O tratamento pode ser presencial em SP (São Paulo e Vinhedo) e online.

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